sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Sem amor

eu não era nada
fingia ser alguém

mas sem você não passava
de uma pessoa vazia
os meus dias se preencheram
quando na minha vida você entrou

você entrou e o dia brilhou
sua voz, era a melodia mais linda

seu corpo era o meu refúgio predileto
te pertencia desde o inicio
queria ser sua até o infinito

mas você não viu
que os dias passavam e eu te amava
cada vez mais

você me matou
no dia em que admitiu não me amar mais
eu não sabia mais o que fazer
se não desistir

virei uma coisa,
pois vida ali não havia
nunca aceitei completamente
a dor da perda
a vida sem amor
a qual você me reservou

sem amor, com dor

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